Contra a verdade não temos poder algum; temo-lo apenas em prol da verdade. (II Coríntios 13,8)

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

CNBB divulga Declaração sobre o direito à objeção de consciência

em 24/09/2009 13:46:01 (121 leituras)

A Presidência da CNBB divulgou hoje uma declaração a respeito do direito à objeção de consciência afirmando que é direito de toda pessoa “manifestar sua objeção de consciência frente a tudo o que contraria as exigências da ordem moral, os princípios e valores éticos e a fé professada, de modo que ninguém, por tal motivo, possa ser punido ou forçado a agir de modo contrário àquilo que a consciência o move a fazer”.


A Declaração foi divulgada após a reunião do Conselho Episcopal de Pastoral da CNBB (Consep), que terminou no final da manhã desta quinta-feira.


Leia a íntegra da Declaração.



Declaração sobre o direito à objeção de Consciência


“A consciência é o núcleo secretíssimo e o sacrário do homem, onde ele


está sozinho com Deus e onde ressoa sua voz” (Gaudium et Spes 16).



Em nome dos Bispos do Conselho Episcopal de Pastoral da CNBB, reunidos em Brasília, nos dias 22 a 24 de setembro de 2009, desejamos expressamos nossa solidariedade a todas as pessoas que se empenham na defesa e promoção da vida humana em todas as fases de seu desenvolvimento, sobretudo, daqueles seres sem nenhuma possibilidade de defesa.


Em nossa sociedade, marcada por tantas e tão contrastantes concepções acerca do ser humano e de sua dignidade, todos os que se propõem a assumir o compromisso de promover a justiça e defender a vida, certamente, enfrentarão muitas resistências e objeções. Movidos pelos ideais cristãos e empenhados na nobre e grave causa da defesa da vida, não nos é permitido ceder a qualquer tipo de pressão ou arrefecer nosso ânimo frente às dificuldades que continuamente enfrentamos.


É direito de toda pessoa manifestar sua objeção de consciência frente a tudo o que contraria as exigências da ordem moral, os princípios e valores éticos e a fé professada, de modo que ninguém, por tal motivo, possa ser punido ou forçado a agir de modo contrário àquilo que a consciência o move a fazer. Em certas ocasiões, com destemida firmeza, é necessário dizer: “É preciso obedecer antes a Deus que aos homens” (At 5,29).


Brasília – DF, 24 de setembro de 2009



Dom Geraldo Lyrio Rocha


Presidente da CNBB


Arcebispo de Mariana



Dom Luiz Soares Vieira


Arcebispo de Manaus


Vice-Presidente da CNBB



Dom Dimas Lara Barbosa


Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro


Secretário Geral da CNBB



Fonte: cnbb

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

A conseqüência das respostas na educação dos filhos



Pergunta uma criança aos seus pais verdadeiramente Católicos.

Filho: Mamãe, por que eu nasci?
Mãe: Meu filho, você é lindo fruto do amor que existe entre seu papai e a mamãe.

Filho: E de onde eu vim?
Mãe: Você foi criado por Deus, que tanto nos ama e nos criou do nada, por amor.

Filho: E para onde eu vou?
Mãe: Tudo depende, se você meu amor for um bom menino, você ira ser recompensado e ira para o céu morar junto de Deus e os santos, mas se for um mau menino, sem educação, irá para o inferno bem longe de Deus onde se é castigado por ter sido um mau garoto.

(foto de Santa Teresinha com suas irmãs no carmelo, exemplo de família católica)
Filho: Ah! E mamãe Deus ama agente?
Mãe: Sim meu querido, o amor da mamãe com o papai é muito pequenininho perto do amor de Deus, ele nos ama muito mais, premia os bons com o céu e os maus com o inferno, e para salvar os homens deu em um sacrifício muito grande o único filho que Ele tinha para mostrar como nos ama.

Filho: Ah mamãe que bom eu quero ser sempre um bom garoto para poder agradar a Deus!


E uma família moderna de pais bem avançados que não querem caretices e acham que os mitos do mundo moderno são verdades...Uma criança faz as mesmas perguntas.

Filho: Mãe, por que eu nasci?
Mãe: O preservativo estourou, não queríamos mais ter filhos, já tínhamos um e não planejávamos ter mais, você foi um acidente!

Filho: E de onde eu vim?
Mãe: Ta vendo aquele bicho peludo? É você acho que veio dele, ou algum animal esquisito deu origem a você. Acho que veio do nada de algum animal como um caramujo que evoluiu, algo assim, mas não me enche com isso...

Filho: E para onde eu vou?
Mãe: Pra debaixo da terra, ser comido por bichinhos, e ai tudo se acaba.

Filho: Ah! E mamãe Deus ama agente?
Mãe: Deus é uma invenção de homens que queria tirar dinheiro do povo, Deus é uma farsa... Não existe amor verdadeiro tudo gira em torno do dinheiro dos bens e riquezas, vence o mais forte.


Filho:.....


Bem é claro que o fruto desse tipo de educação que se tem na escola e em casa, muitas vezes, vão ser [formadas por] homens sem nenhuma moral ou qualquer tipo [de] amor, sem saber que o evolucionismo, o materialismo são mitos que nem cientificamente se sustentam, gerando indivíduos egoístas, que não medem consequências para chegarem onde querem, fazem tudo que lhes cabe com a mínima moral e um sentido anti-religioso, que mais tarde podem vir a serem pessoas que apoiarão ditaduras anti-católicas, ou que irão deturpar toda a história, é claro que muito da crise do mundo moderno se explica por isso. Homens sem valores que fazem uma sociedade violenta, sem sentido e sem rumo, a não ser o próprio abismo da barbárie que a Igreja durante milênios fez os homens desviarem e progredirem.

Fonte: nemodixit.blogspot.com [com correções]

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Multirosarium: auxiliando sua reza

Salve Maria!

Recebemos por um comentário nos indicando um ótimo software que nos ajuda a rezar. Agradecemos ao Paulo que nos enviou o comentário. Vejam a descrição do mesmo:

Multirosarium ?







Multirosarium
é um programa para ...
  • aprender a rezar o Santo Terço, o Terço da Divina Misericórdia etc.
  • meditar os mistérios do Terço utilizando belos ícones
  • meditar os mistérios do Terço ouvindo leituras da Bíblia
  • contar as orações sem precisar das contas de um Terço físico

Multirosarium tem por objetivo promover a utilização de recursos de software para auxiliar a oração de diversos rosários. Por meio do uso de imagens, sons e recursos da interface gráfica, busca-se oferecer ao usuário uma experiência de meditação e aprendizagem da oração.

Ore online!

Por meio do uso da tecnologia Java, o software pode ser executado em qualquer navegador de Internet. Para iniciar o aplicativo (Java Applet) clique no enlace abaixo:

Iniciar!

[http://multirosarium.com]

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Filosofia e Metafísica

Caríssimos leitores,
Salve Maria!

Iniciaremos uma série de postagens em vídeo sobre filosofia clássica e metafísica segundo Santo Tomás de Aquino. Todos os vídeos foram extraídos da TV ContraImpugnantes dos professores Carlos Nougué e Sidney Silveira. Estes também mantém o blog Contra Impugnates que recomendados fortemente.

Os objetivos dessa série, entre outros são:
  • Difundir a filosofia clássica, principalmente a filosofia de Santo Tomás de Aquino
  • Resgatar o interesse pela Metafísica clássica
  • Relevar a relação Fé e Razão baseada na metafísica
  • Mostrar teorias de grandes filósofos clássicos
  • Refutar as teorias filosóficas modernas anti-metafísicas
  • Divulgar o belíssimo trabalho do Contra Impugnantes
Para começar postaremos três vídeos falando sobre o Primeiro Motor Imóvel. Com a palavra os especialistas:

I Parte:


II Parte:


III Parte:


Ad Majorem Dei Gloriam

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

DISCURSO DO PAPA BENTO XVI AOS BISPOS DA CONFERÊNCIA EPISCOPAL DO BRASIL

DISCURSO DO PAPA BENTO XVI
AOS BISPOS DA CONFERÊNCIA EPISCOPAL
DO BRASIL DOS REGIONAIS OESTE 1 E 2
EM VISITA «AD LIMINA APOSTOLORUM»

Palácio Apostólico de Castel Gandolfo
Segunda-feira, 7 de Setembro de 2009

Queridos Irmãos no Episcopado

Com sentimentos de íntima alegria e amizade, acolho e saúdo a todos e cada um de vós, amados Pastores dos Regionais Oeste 1 e 2 no âmbito da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. Com o vosso grupo, abre-se a longa peregrinação dos membros desta Conferência Episcopal em visita ad limina Apostolorum, que me dará ocasião de conhecer melhor a realidade das respectivas comunidades diocesanas. Serão jornadas de partilha fraterna para refletirmos juntos sobre as questões que vos preocupam. Um momento profundamente esperado desde aqueles inesquecíveis dias de maio de dois mil e sete, em que durante a minha visita ao vosso país pude experimentar todo o carinho do povo brasileiro pelo Sucessor de Pedro e, de modo especial, quando tive a possibilidade de abraçar com o olhar todo episcopado desta grande nação no encontro na catedral da Sé, em São Paulo.

Com efeito, só o coração grande de Deus pode conhecer, guardar e reger a multidão de filhos e filhas que Ele mesmo gerou na vastidão imensa do Brasil. Ao longo dos nossos colóquios destes dias, emergiam alguns desafios e problemas que enfrentais, como o Arcebispo de Campo Grande referia ao início deste nosso encontro. Impressionam as distâncias que vós mesmos, juntamente com vossos sacerdotes e demais agentes missionários, tendes de percorrer para servir e animar pastoralmente os respectivos fiéis, muitos deles a braços com problemas próprios duma urbanização relativamente recente onde o Estado nem sempre consegue ser um instrumento de promoção da justiça e do bem comum. Não vos desanimeis! Lembrai-vos que o anúncio do Evangelho e a adesão aos valores cristãos, como afirmei recentemente na Encíclica Caritas in Veritate «é um elemento útil e mesmo indispensável para a construção duma boa sociedade e dum verdadeiro desenvolvimento humano integral» (n. 4). Obrigado, Senhor Dom Vitório, pelas amáveis palavras e devotados sentimentos que me dirigiu em nome de todos e que me apraz retribuir com votos de paz e prosperidade para o povo brasileiro neste significativo dia da sua Festa Nacional.

Como Sucessor de Pedro e Pastor universal, posso assegurar-vos que o meu coração vive dia a dia as vossas inquietudes e canseiras apostólicas, não cessando de lembrar junto de Deus os desafios que enfrentais no crescimento das vossas comunidades diocesanas. Em nossos dias, e concretamente no Brasil, os trabalhadores na Messe do Senhor continuam a ser poucos para a colheita que é grande (cf. Mt 9, 36-37). Não obstante a carência sentida, é verdadeiramente essencial uma adequada formação daqueles que são chamados a servir o Povo de Deus. Por essa razão, no âmbito do Ano Sacerdotal em curso, permiti que me detenha hoje a refletir convosco, amados Bispos do Oeste brasileiro, sobre a solicitude qualificativa do vosso ministério episcopal que é a geração de novos pastores.

Embora seja Deus o único capaz de semear no coração humano a chamada para o serviço pastoral do seu povo, todos os membros da Igreja deveriam interrogar-se sobre a urgência íntima e o real empenho com que sentem e vivem esta causa. Um dia, quando alguns dos discípulos temporizavam observando que faltavam «ainda quatro meses» para a colheita, Jesus rebateu: «Pois eu vos digo: Levantai os olhos e vede os campos, como estão dourados, prontos para a colheita» (Jo 4, 35). Deus não vê como o homem! A pressa do bom Deus é ditada pelo seu desejo de que «todos os homens se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade» (1 Tm 2,4). Há tantos que parecem querer consumir a vida toda em um minuto, outros que vagueiam no tédio e na inércia, ou abandonam-se a violências de todo gênero. No fundo, não passam de vidas desesperadas à procura da esperança, como o demonstra uma difusa embora às vezes confusa exigência de espiritualidade, uma renovada busca de pontos de referência para retomar a estrada da vida.

Prezados Irmãos, nos decênios sucessivos ao Concílio Vaticano II, alguns interpretaram a abertura ao mundo, não como uma exigência do ardor missionário do Coração de Cristo, mas como uma passagem à secularização, vislumbrando nesta alguns valores de grande densidade cristã como igualdade, liberdade, solidariedade, mostrando-se disponíveis a fazer concessões e descobrir campos de cooperação. Assistiu-se assim a intervenções de alguns responsáveis eclesiais em debates éticos, correspondendo às expectativas da opinião pública, mas deixou-se de falar de certas verdades fundamentais da fé, como do pecado, da graça, da vida teologal e dos novíssimos. Insensivelmente caiu-se na auto-secularização de muitas comunidades eclesiais; estas, esperando agradar aos que não vinham, viram partir, defraudados e desiludidos, muitos daqueles que tinham: os nossos contemporâneos, quando vêm ter conosco, querem ver aquilo que não vêem em parte alguma, ou seja, a alegria e a esperança que brotam do fato de estarmos com o Senhor ressuscitado.

Atualmente há uma nova geração já nascida neste ambiente eclesial secularizado que, em vez de registrar abertura e consensos, vê na sociedade o fosso das diferenças e contraposições ao Magistério da Igreja, sobretudo em campo ético, alargar-se cada vez mais. Neste deserto de Deus, a nova geração sente uma grande sede de transcendência.

São os jovens desta nova geração que batem hoje à porta do Seminário e que necessitam encontrar formadores que sejam verdadeiros homens de Deus, sacerdotes totalmente dedicados à formação, que testemunhem o dom de si à Igreja, através do celibato e da vida austera, segundo o modelo do Cristo Bom Pastor. Assim esses jovens aprenderão a ser sensíveis ao encontro com o Senhor, na participação diária da Eucaristia, amando o silêncio e a oração, procurando, em primeiro lugar, a glória de Deus e a salvação das almas. Amados Irmãos, como sabeis, é tarefa do Bispo estabelecer os critérios essenciais para a formação dos seminaristas e dos presbíteros na fidelidade às normas universais da Igreja: neste espírito devem ser desenvolvidas as reflexões sobre este tema, objeto da assembléia plenária da vossa Conferência Episcopal, em abril passado.

Certo de poder contar com o vosso zelo no tocante à formação sacerdotal, convido todos Bispos, seus sacerdotes e seminaristas a reproduzirem na vida a caridade de Cristo Sacerdote e Bom Pastor, como fez o Santo Cura d’Ars. E, como ele, tomem por modelo e proteção da própria vocação a Virgem Mãe, que correspondeu de um modo único ao chamado de Deus, concebendo no seu coração e na sua carne o Verbo feito homem para doá-lo à humanidade. Às vossas dioceses, com uma cordial saudação e a certeza da minha oração, levai uma paterna Bênção Apostólica.

© Copyright 2009 - Libreria Editrice Vaticana


[http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/speeches/2009/september/documents/hf_ben-xvi_spe_20090907_ad-limina-brasile_po.html]

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Redescobrindo a Idade Média



No auge da Idade Média, os cruzados derramaram seu sangue para libertar das mãos dos infiéis o Sepulcro de Nosso Senhor Jesus Cristo e instituir um reino cristão na Terra Santa.

Hoje a situação parece invertida. São os muros em ruínas da “cidadela cristã” que importa defender contra o neopaganismo revolucionário que as assalta.

A criança por nascer é ameaçada pelo aborto; o casamento segundo a Lei de Deus é substituído pelo “amor livre” ou o “divórcio online”; a propriedade privada amparada pelos 7º e 10º Mandamentos da Lei da Deus é golpeada pelo socialismo; a cultura católica é atropelada pela Revolução Cultural.

Em síntese, os restos da Civilização Cristã são hostilizados, proscritos, demolidos. Chega-se a pregar que os católicos devem desistir da restauração dela, pois seria um sonho impossível!

São Luiz embarca para a CruzadaPorém, nesse auge do materialismo e da impiedade, uma nova geração de historiadores, arquitetos, economistas e cientistas, sobretudo nos Estados Unidos, começa a voltar-se para o estudo consciencioso do que está sendo demolido.

Nauseados pelos horrores a que nos tem conduzido a negação da Cristandade, eles constataram que a civilização ocidental jamais teria visto a luz do dia se não existisse a Igreja Católica.

Esses estudiosos têm publicado uma série de trabalhos nos quais procuram restabelecer a objetividade histórica.

Tal recuperação da verdade apresenta uma tese central: a civilização ocidental é a única que merece plenamente esse nome.

Os povos que outrora ocuparam a Europa — gregos, romanos, celtas, germanos e outros — deixaram sua contribuição. Mas a alma, o espírito, a essência da civilização européia e cristã provêm da Igreja.

E essa obra prodigiosa nasceu e se desenvolveu na Idade Média. Por isso, e só por isso, essa época é tão caluniada.

O Prof. Thomas E. Woods Jr. é um dos integrantes mais recentes dessa corrente de investigadores ("How the Catholic Church built Western Civilization", Regnery Publishing, Washington DC, 2005, 280 p.).

O Prof. Woods deplora ouvir ainda hoje surradas cantilenas contra a Idade Média. Nenhum historiador profissional honesto, diz ele, acredita nelas.

Seu livro foi um sucesso e já foi traduzido ao português ("Como a Igreja Católica construiu a Civilização Ocidental", Quadrante, São Paulo, 2008, 222 p.).

Mais recentemente Woods iniciou uma série de aulas sobre seu livro na TV. Eis as primeiras com legendas em português.

Como esses historiadores chegaram a essas e outras conclusões que reabilitam a Idade Média?

Faça uma viagem pela gênese, desenvolvimento, esplendor e glória da Civilização Cristã neste blog.












[http://gloriadaidademedia.blogspot.com/2009/08/quer-fazer-uma-viagem-pela-genese.html]

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Discernimento Vocacional do Gabriel


Pessoal,
salve Maria!

Para quem não sabe o nosso amigo Gabriel, um dos idealizadores do Grupo Veritas, foi hoje de madrugada para o Pará, onde irá fazer um discernimento vocacional mais profundo na Companhia de Jesus. Ao final desse processo, talvez, ele já se decida se seguirá a vida eclesiástica.

Então peço que todos rezem por ele e se assim Deus quiser tenhamos mais um sacerdote que ajude na propagação do Reino de Deus.

Eu particularmente estou muito feliz, porque de certa forma sempre torci para que ele seguisse esta vida e também porque o próprio Grupo de Estudos Veritas contribuiu um pouquinho para que o Gabriel seguisse este caminho.

Que Deus o ilumine com a Luz da Fé. Que Nossa Senhora o proteja com seu manto.

Vá com Deus Gabriel!

Tudo para maior Glória de Deus!

Seja Bem-Vindo(a) ao Blog do Grupo de Estudo Veritas !

Contra a verdade não temos poder algum; temo-lo apenas em prol da verdade.(II Coríntios 13,8)